Dior: a mulher única para a coleção de Primavera/Verão 2021
A arte em perpétuo movimento! Maria Grazia Chiuri reflete sobre o papel da mulher atual e evoca uma forte energia feminina, refletindo-a em peças da Dior, repletas de significado
Qual é o verdadeiro sentido da moda? Para o desfile Primavera/Verão 2021 da Dior, Maria Grazia Chiuri dá continuidade à sua reflexão comprometida sobre as origens da moda, o sentido do corte e da criação.
Inspirada na arte de Lucia Marcucci - artista da vanguarda italiana que desde a década de 1960 iniciava um caminho de experimentação em que arte visual, filhos e linguagem se fundiam - através de pesquisas da cineasta Alina Marazzi, uma diretora criativa da casa italiana introduzida a estética da colagem e da poesia visual como sua mais nova maneira de expressão.
Patchworks de lenços em uma mistura de paisley e florais enfeitados com pequenos detalhes em renda, complementam vestidos e calças, abrindo infinitas possibilidades para imaginação. Vestidos longos, fluidos e transparências combinaram perfeitamente a estética antiga com ideias contemporâneas.
Fascinada pelas obras e maneira de pensar autoras como Virginia Woolf e Susan Sontag, Chiuri revisita o conceito de roupa em sua essência. Peças celebrando o savoir-faire de culturas ao redor do mundo, de Japão para a Indonésia.
Paredes que lembravam os vitrais de uma catedral em ode as colagens típicas de Marcucci trouxeram um cenário com ar retrô. Modelos andavam ao som das vozes femininas do conjunto Sequenza 9.3 - dirigido por Catherine Simonpietri - reinterpretando o Sangu di rosa de Lucia Ronchetti e a tradição Voceri, como uma ode à beleza em toda a sua pluralidade.
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Celebridades em Dior
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