Celulares flips driblaram os críticos e cresceram entre os usuários
Surgidos no fim dos anos 1990, os celulares flips driblaram os críticos e cresceram tanto entre os usuários
Quem disse que o século 21 não se renderia a um revival tecnológico? Pois bem, ele não apenas se rendeu, como repaginou o celular dobrável e elevou os aparelhinhos a novos patamares. É sempre bom lembrar que a Motorola foi a pioneira neste quesito ao lançar o StarTac, evolução do protótipo MicroTAC, apresentado ao mundo em 1989. Claro que naquela época analógica não existia a menor chance de “telas dobráveis” – estamos falando de equipamentos pensados em dois compartimentos. Mas eis que o futuro alcançou o presente e, desde 2019, os modelos “flips” voltaram ao mercado com design despojado, navegação intuitiva e recursos impressionantes.
Quem saiu na dianteira foi a Motorola, que idealizou o Razr 50 ultra tem duas telas (a externa com 4,0 polegadas e a principal com 6,9 polegadas), display OLED e conjunto fotográfico munido com câmera principal de 50MP e câmera interna (selfies) de 32MP. O processador é o Snapdragon 8s Gen 3, tem memória RAM de 24 GB RAM Boost, além de armazenamento de 512GB, bateria com recarga rápida e eSIM. Os novos aparelos da família razr (inclusive o modelo ilustrado) foram lançados no segundo semestre de 2024.
A poderosa Xiaomi não poderia ficar para trás. O Mix Flip marca a nova geração de smarts da empresa, que apostou em medidas compactas, resistência otimizada (projetado para suportar mais de 500 mil dobras), espessura e peso reduzidos, tela OLED de 7,98 polegadas, com resolução de 2K, pico de brilho de 3 mil nits e câmeras frontais de 20MP e traseiras de 50MP, ambas com lentes Leica. Ponto negativo: Sem previsão para o mercado nacional.
O Honor Magic V é ultrafino, tem processador Snapdragon 8 SoC 5G de 4 nm, tela de vidro nanocristalino policurvado e tecnologia OLED flexível de 6,45 polegadas e 1,07 bilhão de cores. O gadget foi elaborado para que a dobra fique imperceptível quando estiver em uso (na forma plana), com metal líquido à base de zircônio de alta dureza, liga de titânio e fibra de carbono. Ponto negativo: Sem chance de aterrissar por aqui.
Sucesso entre os atletas das Olimpíadas de Paris, o Samsung Galaxy Z Flip 6 já está conquistando geral. E isso graças ao design compacto, recursos de Inteligência Artificial em conversas simultâneas, câmera profissional com 50MP e flexcam com auto zoom, bateria de longa duração, carregamento rápido, tela externa superfuncional, personalização de atalhos, interação com o Google Gemini e pesquisas facilitadas. É o celular dos sonhos na palma da mão. Ponto negativo: Não encontramos nada para falar mal deste modelo!
Dizem por aí que o Google está às vésperas de colocar o Pixel Fold 2 nas prateleiras. As especulações apontam melhorias sutis em relação à versão de estreia, telas dobráveis maiores (medindo 8,2 polegadas a interna, e 6,29 polegadas a externa), taxa de atualização de 120Hz e processador Tensor G4. Ponto negativo: Mais um que vai chegar ao País defasado.