Moda

Black Friday no Brasil: mito ou descontos reais?

Site de buscas focado no público feminino revela que é possível cair em “falsas promoções”
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Tudo começou em 2010. Depois de anos olhando para a corrida americana por descontos na última sexta-feira do mês de novembro, o Brasil enfim aderiu à Black Friday. Este ano, o evento de descontos no varejo acontece no dia 23 de novembro, mas muitas lojas e grifes já estão aproveitando o mês inteiro para anunciar suas promoções – no entanto, é preciso ainda muita pesquisa e cuidado para não cair na chamada “black fraude”.

 

Já é conhecida pelos consumidores brasileiros a prática de algumas lojas aumentarem o preço dos produtos nas semanas anteriores ao evento (principalmente aqueles mais desejados como eletrônicos e roupas que estão mais na tendência), para depois concederem um falso desconto.

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(Foto: Marcus Loke/Unsplash)

A confiança nas promoções ainda é o principal motivo para não participar da Black Friday - diz uma pesquisa do Google com 1.500 consumidores de 18 a 54 anos, das classes A, B e C, de todas as regiões do país, em julho deste ano. De todo jeito, a Ebit|Nielsen estima que na Black Friday deste ano, o comércio online deve faturar cerca de R$ 2,43 bilhões, um crescimento de 15% em relação a 2017.

 

Alguns agregadores, buscadores e comparadores de preços em lojas virtuais são a melhor ferramenta para não se enganar com tantas promoções. O Paraíso Feminino, por exemplo, monitora os e-commerces desde o primeiro registro de sua captura e só exibe a tag de oferta quando o preço fica abaixo do menor valor já capturado. Por isso, sabe se o desconto concedido pelo lojista é real ou não. Ou seja, o Paraíso Feminino mostra somente as promoções verdadeiras. Isso ajuda os consumidores a não caírem em golpes. 

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(Foto: Rawpixel/Unsplash)

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