Dançar está em alta e faz bem para corpo e mente
Dançar está com tudo. Você pode colocar essa atividade, que faz bem para corpo e mente, em seu calendário com aulas presenciais, online, com aplicativos ou se jogando nas pistas de dança dos festivais e shows que vão agitar o Brasil até o final do ano.
Com a temporada de shows e grandes festivais de música no Brasil, após um hiato necessário por causa da pandemia, é normal sentir que o corpo pede movimento. Preparamos então um editorial recheado de fluidez, inspirado tanto no ballet clássico quanto no streetwear, para atiçar ainda mais a vontade de sair por aí dançando. É hora de se entregar ao poder que o som traz para o nosso bem-estar físico e mental.
As fotos foram feitas no Central 1926, com cliques de Jorge Lepesteur e styling e beleza de Cesar Cortinove. Estrelando Taila Berwig, modelo da Way Model.
Como colocar a dança no seu dia a dia? Separamos duas dicas que estão muito em alta no momento:
Ballet Blend
Que tal colocar a dança na sua vida como uma forma de atividade física? E nem precisa sair de casa para se jogar em alguma aula. O método ballet blend, aula de dança que mescla passos de ballet clássico com ginástica localizada coreografada, criada pela profissional de educação física e bailarina Anninha Martins, é um ótimo exemplo. Elas são ministradas online, pelo site, ou em turmas presenciais.
“A aula é coreografada o tempo todo, seja para os membros inferiores, os primeiros a serem trabalhados, ou para os membros superiores, abdômen, glúteos e adutores. Um aluno pode queimar entre 300 e 500 calorias em até uma hora de aula, de acordo com as diferenças individuais biológicas. Porém, o Ballet Blend engloba o condicionamento físico como segundo plano, uma vez que trabalha outras perspectivas para que haja o equilíbrio entre a mente e o corpo, visando qualidade de vida e bem-estar”, explica Anninha Martins.
TikTok
Você já se entregou ao TikTok? O aplicativo que ganhou o mundo pode ser encarado como algo positivo ou negativo, então o importante é você saber dosá-lo. Por exemplo, ao encará-lo como uma brincadeira, aceitando os desafios de dança que viralizam por lá, você consegue relaxar e curtir. Agora se você for atrás apenas de curtidas, comentários e seguidores, talvez a frustração só aumente. “É muito fácil se conectar ao TikTok, para postar e acreditar que as pessoas te aceitam, é uma insegurança que aumenta cada vez mais e estimula a sua ansiedade”, diz Fabiano de Abreu, PhD em neurociências e mestre em psicologia.
Fotógrafo: Jorge Lepesteur
Styling: Cesar Cortinove
Make-up& Hair: Cesar Cortinove
Modelo: Taila Berwig/ WAY MODEL
Locação: Central 1926