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Olivia Wilde revela que sofreu ameaças em House

Olivia Wilde revelou ameaças de morte em House após o romance de sua personagem com o Dr. Foreman, papel de Omar Epps, gerar reações intensas

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Olivia Wilde (Foto: Getty Images)

Olivia Wilde revelou, durante o Festival Internacional de Cinema do Mar Vermelho, na Arábia Saudita, que recebeu ameaças de morte enquanto interpretava Remy “Thirteen” Hadley em House. As ameaças foram motivadas pelo relacionamento birracial entre sua personagem e o Dr. Eric Foreman, vivido por Omar Epps, o que demandou reforço de segurança para proteger os atores.

 

No papel de Remy, Wilde interpretou uma personagem inovadora na época, sendo uma das poucas representações de bissexualidade no horário nobre. A atriz destacou que, apesar de ser considerada pioneira, essa abordagem seria vista como comum em séries atuais, como Euphoria, mostrando a evolução na representatividade televisiva.

 

Olivia passou cinco anos no elenco de House, que esteve no ar entre 2004 e 2012. A série era centrada no Dr. Gregory House (Hugh Laurie), famoso por resolver mistérios médicos com sua equipe, enquanto explorava questões profissionais e pessoais. A inclusão do relacionamento de Remy e Foreman gerou reações intensas do público.

 

Wilde mencionou que as ameaças começaram após um episódio de 2009 em que os personagens compartilham um beijo. Os ataques incluíram mensagens de ódio e até ameaças explícitas de violência, como relatos de pessoas que queriam “cortar seus lábios e matá-la”, conforme lembrado em uma entrevista de 2011.

 

Apesar das dificuldades, Wilde segue se dedicando a novos projetos. Ela está prestes a trabalhar em I Want Your Sex, ao lado de Charli XCX, cantora que a atriz elogiou por seu talento e inspiração. Durante um evento em Nova York, Wilde comentou sobre sua empolgação em colaborar com a artista.

 

Além de relembrar os desafios do passado, Wilde também celebra o progresso e a diversidade na indústria do entretenimento. Seu trabalho em projetos como House contribuiu para abrir portas para narrativas mais inclusivas, embora os avanços não tenham vindo sem obstáculos.

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