Flacidez: como tratar?
Excesso de pele pode ser um incomodo, ainda mais no verão. Mas tecnologias inovadoras estimulam colágeno de maneira muito mais potente para possibilitar o tratamento da flacidez. Confira!
Com a chegada do verão, é natural e previsível que a busca por procedimentos estéticos cresça. Seja para suavizar celulites, diminuir flancos ou a flacidez corporal, parece que não há tempo hábil para estes tratamentos. Felizmente, com o avanço das tecnologias, é possível encontrar procedimentos capazes de atuar sobre a pele flácida de maneira muito mais rápida e eficaz.
“Por exemplo, com a Morpheus 3D, recém-chegada ao Brasil, conseguimos liberar uma energia de radiofrequência muito maior em até 8mm de profundidade para estimular a produção e reorganização das fibras de colágeno e elastina em todas as camadas, assim melhorando a firmeza. Essas fibras são responsáveis pela consistência da pele. E, como essa nova tecnologia nos permite utilizar uma energia maior, que também é distribuída de maneira mais uniforme, o tratamento da flacidez corporal é otimizado, tornando-se mais potente, ágil e dinâmico”, explica o dermatologista Dr. Renato Soriani, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e ex-coordenador do Departamento de Laser e Tecnologias da SBD (2017-2021).
Segundo o médico, essa otimização do tratamento, com mais energia e melhores resultados, se deve à maneira inovadora como as agulhas da Morpheus 3D são capazes de entregar a radiofrequência na pele. “Agora, a energia é distribuída de maneira tridimensional em um padrão de irradiação sequencial, começando pelas microagulhas dos círculos internos e irradiando para os círculos intermediário e externo.
Além disso, a ponteira conta com um modo que permite tratar diferentes camadas da pele com um único disparo”, diz o especialista, que trouxe essa ponteira de forma pioneira ao Brasil para utilizar essas vantagens de forma a aumentar a eficiência de sua técnica autoral conhecida como MD Morpheus. “Na MD Morpheus, trabalhamos com diferentes profundidades e modos de disparos em múltiplas aplicações para potencializar resultados, que serão ainda mais potentes agora com a ponteira 3D.”
Os resultados surgem gradualmente conforme o colágeno é estimulado. Por isso, é importante se programar. “No geral, é possível ver melhora após um mês do tratamento, mas o efeito final surge em cerca de três meses.
Além disso, recomenda-se, em média, três sessões do procedimento com intervalos mensais entre cada uma delas para atingir os melhores resultados”, diz o médico, que afirma que o número de sessões pode variar dependendo do grau de flacidez da pele. “O procedimento não exige tempo de recuperação, mas, após a sessão, pode surgir vermelhidão, edema e coceira, sendo importante que o paciente evite a exposição solar e faça uso de protetor solar para evitar complicações”, aconselha.
Por fim, é importante ressaltar que o padrão de dor não mudou com a nova ponteira, mas o Dr. Renato Soriani explica que, no Brasil, é utilizada uma técnica diferenciada que torna o tratamento muito menos dolorido e mais eficaz. “No exterior, é comum o uso apenas de um creme anestésico. Por aqui, associamos o uso de anestésicos tópicos a outras formas de anestesia: bloqueios com anestésicos locais e controle da dor através do óxido nitroso. Em alguns casos, podemos optar por sedação leve.
Estas medidas reduzem a percepção da dor de forma significativa em quase 80% dos pacientes, permitindo a sua execução com conforto. Isso também possibilita que o protocolo dê muito mais resultado: por aqui fazemos seis passadas, enquanto no exterior é comum uma só”, completa o médico.