Hommes

Dior apresenta coleção Verão 21 em um mergulho na arte africana

Uma fusão cultural de obras de arte transportadas para silhuetas que exaltam a cultura africana e a história da alta costura
Dior
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Amor artístico à primeira vista! A Dior acaba de apresentar sua coleção masculina de verão 2021 e traz uma colaboração esplêndida entre Kim Jones, diretor criativo da maison, com o pintor ganês, Amoako Boafo. Apresentada como uma verdadeira obra de arte, peças colocam em evidência a negritude e masculinidade, tão exploradas por Boafo, em silhuetas que exaltam o savoir-faire da alta costura que a Dior carrega há anos em sua bagagem.

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Foto: Divulgação
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Cada peça é como um diálogo apaixonante. A África, sempre tida como umas das inspiraçoes da maison - uma vez que mantem laços há anos com artistas e artesãos de Marrocos à Costa do Marfim, facilitou para que Kim Jones explorasse tão bem a essência desta coleção junto de Boafo.

O amor de Monsieur Dior pela natureza - mais especificamente por jardins e flores, foi outro fator que fez com que a colaboração desse tão certo, pois foi refletido perfeitamente na obsessão do próprio Amoako Boafo por folhas, consequentemente, fazendo com que suas obras de arte foram a base essencial para toda a criação.

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Em referência à tridimensionalidade das artes que estão à sua volta, malhas repletas de nervuras foram escolhidas pelo próprio Jones, trazendo a verdadeira aparência de uma tela pintada. Peças, bordados e intarsia traduzem os trabalhos de Boafo para o uso no corpo humano. As silhuetas são estreitas, aerodinâmicas, influenciadas por roupas esportivas, mas com a característica clássica da alfaiataria perfeita de uma Maison de alta costura. As cores em tons vibrantes, que vão do amarelo fluo ao azul, coral e verde, combinam com padrões gráficos típicos da estética do artista.

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Cada peça possui o espírito francês da alta costura. Algumas com listras de marinheiro ou o símbolo ‘Dior Oblique’ delicadamente bordado sobre tule. A habilidade dos Ateliês Vermont homenageiam a herança da Maison, enquanto os chapéus criados por Stephen Jones revisitam as boinas bascas.

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Devido ao momento em que vivemos, alternativas fizeram com que a apresentação da coleção fosse ainda mais especial e perpetuada na história: um filme separado em duas partes. A primeira, editada e sonorizada pelo videoartista Chris Cunningham, com imagens gravadas em Londres e no estúdio de Amoako Boafo em Gana; e a segundo, assinado por Jackie Nickerson, revelando finalmente as criações de Kim Jones para a temporada.

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Porém, não acaba por aí! Apesar de toda sua essência e encantos, a Dior dá ainda mais significado para a colaboração. Em celebração ao trabalho de jovens artistas, paixão e herança únicas transmitidas pelo próprio Monsieur Dior, a marca apoiará uma iniciativa artística liderada por Amoako Boafo para a criação de um local de residência para jovens artistas em Gana. O poder mágico da arte trazendo frutos para um futuro melhor!

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