Caio Castro em editorial e entrevista exclusiva, confira!
Caio iniciou na carreira artística aos 18 anos e logo foi premiado como ‘’Ator Revelação’’. Na emissora global, foram vários trabalhos aclamados. Entre eles a novela ‘’Ti ti ti’’, onde o ator viveu seu primeiro protagonista e ‘’Novo Mundo’’, onde Caio interpretou o lendário D. Pedro I. Nas telonas, o jovem galã deu vida a personagens fortes, como o judoca Max Trombini em ‘’A Grande Vitória’’, que rendeu ao artista a indicação de ‘’Melhor Ator’’ no Hollywood Brazilian Film Festival.
Mas não é só como ator que Caio Castro se destaca. Apaixonado por esportes radicais, Caio se tornou paraquedista e piloto de kart, além de curtir surfar, andar de skate e jogar futebol. Em 2019, em sua estreia em competições profissionais, o artista conquistou o segundo lugar na disputa da primeira etapa da Copa São Paulo de Kart. Em 2020, o aventureiro elevou sua paixão pelo automobilismo e assinou como piloto da Porsche Cup, onde deve competir em 2021.
Com uma veia empresarial, Caio também possui diversos empreendimentos nas áreas da construção civil, gastronomia e do entretenimento, gerando mais de 2300 empregos diretos e indiretos. Multifuncional e talentoso, o ator é a estrela da nossa capa digital e apresenta um editorial e entrevistas exclusivos. Confira!
- Qual impacto essa transformação toda irá trazer na sua forma de viver e ver o mundo?*
Difícil dizer, eu acho que tudo ainda está sendo processado, sabe? Ainda estamos vivendo este momento e aprendendo com ele. Mas o que eu levo sempre comigo e que este momento só reforçou isso é a minha ligação com as minhas raízes, sou muito ligado a minha família e prezo muito por manter a minha essência, conexão com eles e com as pessoas em que confio.
- Caio, como você pretende conciliar carreira de ator, piloto e empresário? Pretende deixar a carreira artística?
Eu não vou deixar a carreira de ator, eu nasci multifacetado, gosto de estar à frente de várias coisas, isso me move, me inspira e se eu posso ser mais de um, por que não ser? Eu me preparo para conseguir dar conta de tudo, e isso inclui delegar funções para um time em que confio e que me dá o suporte e a ajuda necessárias para fazer a mágica acontecer.
- Como surgiu interesse/paixão pelo automobilismo?*
Minha paixão foi uma herança dos meus pais, em específico a fórmula 1 na época do Senna, mas meu pai me passou um pouco também a paixão por carros!
- Quem são suas referências nas pistas?
Me inspiro principalmente no Senna e no Rubinho, que tenho o privilégio de correr e trocar com ele, inclusive, competi com o Rubinho na minha primeira corrida profissional no Kart. Rubens tem sido um grande tutor e amigo, em situações que vou experimentar alguma modalidade diferente de carros, ele se preocupa em me dar algumas referências, alguns toques. Inclusive aqui na Porsche Cup, vim testar os carros e ele fez questão de estar comigo no dia pra me orientar em uma tocada melhor.
- E como a Grazi e as mulheres da sua família encaram você em uma competição que envolve tanta velocidade?
Elas ficam preocupadas, claro, mas me apoiam porque sabem que é algo que gosto muito e que sempre busquei.
- O que mais gosta de fazer: atuar, pilotar, esportes radicais?
É muito difícil escolher qualquer uma dessas coisas, eu sou muito grato por poder ter construído uma carreira onde pude ter flexibilidade para dar vazão a todos os meus desejos profissionais, então eu procuro amar e me dedicar a cada uma delas, cada uma no seu tempo, para devolver ao universo e a todas aquelas pessoas que estão ao meu redor, a satisfação de trabalhar com o que eu amo. Hoje eu não consigo e não quero escolher, mas amanhã é outro tempo.
- Você já viajou muito e conheceu lugares inusitados! Qual a cultura que mais te fez refletir? Que lugar passaria um longo período?
A cultura asiática me interessa muito, e se fosse passar um período em um lugar, esse lugar seria o Japão! E com Crtz, em um futuro não distante, irei aprender o idioma.
- A televisão aberta vem passando por uma série de transformações. Como ator, como você enxerga esses desdobramentos, flexibilizações e novos formatos?
Acho excelente essa mudança da TV pra todos os lados. Essa transformação toda abre novos “canais” sejam eles na TV, na internet, no streaming etc..., com isso o mercado fica mais amplo e com mais opções, tanto de consumo quanto de trabalho, isso aumenta a concorrência, e a concorrência faz com que haja competitividade, e na competição, sobrevivem os melhores, ou seja, a qualidade aumenta, o nível sobe. Todos saem ganhando. E ganha mais, quem melhor o faz.
- Você está há muitos anos na televisão, na sua opinião quais os maiores desafios de atuar no Brasil? Já pensou em apostar em uma carreira internacional como ator?
As maiores dificuldades acredito que sejam políticas, mas não acho que seja o momento pra falarmos disso. Quanto a carreira internacional, já pensei e refleti bastante há alguns anos sobre, e minha decisão foi não expandir pra esse mercado internacional, mas não é uma decisão definitiva, apenas temporária.
- De todos os trabalhos que você fez, qual personagem mais te marcou? Tem algum papel específico que sonha em interpretar?
Muito difícil essa pergunta, porque todo trabalho, de alguma forma, me marcou... Mas citando um dos mais recentes, vou falar de Dom Pedro, de Novo Mundo, uma novela que retratava um pouco da história do nosso país, então também tive que me aprofundar mais na história, estudar e tudo mais que envolve a construção de um personagem. Eu costumo dizer até que houve ali uma permissão ancestral pra que eu desse vida a Dom Pedro, é realmente um personagem muito importante na minha carreira. Sobre papeis que gostaria de interpretar, seria uma honra e uma realização fazer o Airton Senna.
- Como é sua relação com moda? O que não pode faltar no seu guarda roupa e na sua mala de viagem?
Eu curto moda, mas não sou daqueles que é pautado na moda para se vestir, eu gosto de ter peças com personalidade e itens básicos também, como camisetas e jaquetas. Adoro tênis, e o que não pode faltar na minha mala de viagem é um bom relógio. No geral, me considero no estilo high low (aprendi esses dias esse termo, Hahahaha)
- Você já tem algum plano traçado para o futuro?
Costumo dizer que o futuro a Deus pertence. Mas quero continuar trabalhando no que gosto, atuar nas competições automobilísticas e seguir conectado com minhas raízes, cercado por pessoas que amo e confio.
- Muito se fala sobre os efeitos negativos que a internet têm sobre nós, como ansiedade, estresse e insônia. Como você lida com as redes, ainda mais sendo uma pessoa pública? Elas te afetam de alguma forma? Positiva ou negativamente.
Acho que tudo na vida tem seu lado negativo, e com as redes sociais não é diferente. Tem coisa muito negativa saindo dali, muita polaridade rolando, mas meu foco é a troca que consigo ter com os meus fãs e com quem curte meu trabalho. Eu procuro ver sempre o lado bom e positivo das coisas, o resto é igual produto com validade vencida, apenas não consumo.
EQUIPE:
Foto: Tiago Rocha
Styling: GabrielFernandes & JuliaMoraes
Beleza e hair: Viniciuz Garcia I Rosangela Araújo
Assessoria: evva comunicação