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Protetor solar: escolher entre filtro físico ou químico?

Protetor solar: descubra as diferenças entre filtros físicos e químicos, como agem na pele e qual a melhor escolha para cada necessidade

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Foto: Pexels

A proteção solar é um cuidado essencial para manter a saúde e a juventude da pele, mas a escolha do protetor ideal vai além do fator de proteção solar (FPS). Entre os filtros físicos e químicos, há diferenças que impactam desde a eficácia na pele até a segurança ambiental. Para esclarecer essas questões, conversamos com o especialista e médico dermatologista Cássio Serafini, que explica as vantagens e particularidades de cada tipo.

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Os filtros físicos, também chamados de minerais, atuam como uma barreira protetora, refletindo os raios UV. Formulados com dióxido de titânio e óxido de zinco, são indicados para peles sensíveis e para quem busca uma proteção imediata. Já os filtros químicos absorvem a radiação e a transformam em calor, garantindo uma textura mais leve e imperceptível. No entanto, algumas substâncias químicas podem gerar preocupações sobre absorção sistêmica, especialmente em gestantes, como alerta o Dr. Cássio Serafini.

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Além da compatibilidade com diferentes tipos de pele, a escolha do protetor também envolve questões ambientais. Alguns filtros químicos, como oxybenzona e octinoxato, foram associados ao branqueamento dos corais e já tiveram seu uso restrito em destinos como o Havaí. Os filtros físicos, por sua vez, são considerados menos agressivos ao meio ambiente, uma característica relevante para quem busca uma proteção mais sustentável.

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A indústria tem respondido a essas preocupações com avanços tecnológicos, incluindo nanopartículas para reduzir o efeito esbranquiçado dos filtros físicos e formulações híbridas que combinam proteção física e química. Há ainda os antioxidantes orais, como Polypodium leucotomos, que fortalecem a proteção solar de dentro para fora. No entanto, o Dr. Cássio Serafini ressalta que esses suplementos não substituem o uso diário do protetor, mas atuam como um reforço.

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Na hora de escolher o protetor ideal, é essencial levar em conta o tipo de pele e o nível de exposição solar. Fórmulas oil-free e de toque seco são ideais para peles oleosas, enquanto peles secas se beneficiam de versões mais hidratantes. Além disso, é importante observar o FPS e o PPD, que indicam a proteção contra raios UVB e UVA, respectivamente, garantindo uma defesa mais completa.

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Independentemente da fórmula escolhida, a chave para uma pele saudável está na disciplina da aplicação e reaplicação do protetor ao longo do dia. Com opções cada vez mais tecnológicas e adaptáveis às necessidades individuais, a proteção solar se tornou um hábito indispensável para prevenir o envelhecimento precoce e manter a pele protegida contra os danos causados pela radiação.

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