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L'Officiel Hommes #21: Tudo sobre a nova edição

Leia a carta da nossa Diretora Editorial e saiba o que esperar da nova L'Officiel Hommes Brasil.
L'Officiel Hommes #21
L'Officiel Hommes #21

É verdade que nem toda a rebeldia é sem causa e que há revoluções que dispensam as trincheiras. Depois de mais de um ano de pandemia e com confinamentos que vão e voltam à cena, o ser humano ainda escorrega no entendimento de palavras como empatia e acolhimento. Mas é preciso ter fé na vida – seguindo o ritmo da música “Maria, Maria”, de Milton Nascimento, escrita nos tempos da ditadura militar que tomava conta do Brasil. 

Dessa geração calada à força, ainda há muito discurso que precisa ser ouvido – de gente como Zé Celso Martinez e Tom Zé. A aversão em seguir regras dos setentões e oitentões fez brotar uma turma que diz o que pensa, sem medo de ser censurada (ou cancelada, atualizando o contexto para os dias de hoje). E é aí que está Alok, um dos mais festejados DJ’s do mapa, que soube tirar proveito da fama para fazer a diferença na vida de outras pessoas. Quem também escolheu aliar a arte às ações filantrópicas foi o artista multifacetado Quincy, que contou sobre as suas investidas e posou para as lentes de Jacques Burga num ensaio inédito.

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A VIDA A MIL POR HORA: Alok é um fenômeno que vai bem além dos palcos. Empreendedor, incentivador cultural, gamer e pai de duas crianças, ele estreia em outros campos e acredita que o futuro será mais ameno.
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LÍNGUA BRASILEIRA: Leitor insaciável de um país continental, Tom Zé percorreu as regionalidades, a bossa-nova e a tropicália para traduzir as melodias e as não melodias despertadas por aqui nos últimos séculos.

Já o humorista Paulo Vieira traz um sopro de positividade para continuarmos olhando para o futuro com esperança. Nessa levada, o jornalista Chico Barney – muito além de ser tachado como mais um crítico de tevê –, abriu o jogo sobre a importância do entretenimento em tempos tão difíceis. Por sinal, a vulnerabilidade do momento revirou a arquitetura de cabeça para baixo, fazendo-a refletir sobre o uso excessivo do concretismo bruto e a se dobrar aos contornos leves, menos rebuscados e perfeitamente conectados à natureza – como visto no trabalho do belga Vincent Callebaut. Dinâmica semelhante adotada pelo design de Guilherme Wentz e pelos desenhos sacados do realismo fantástico de Sergio Free.

Com este casting que tem muito a dizer, a nova edição da L’Officiel Hommes abre um parêntese para que os revolucionários jamais percam a motivação de transgredir – porque é justamente na transgressão que a arte resiste.

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SORRIA, RESISTA, INSISTA: Amado no Tocantins, no resto do Brasil, no planeta cibernético e no universo interestelar, Paulo Vieira segue com a força de mil sóis, alegrando as suas plateias e deixando esse mundo um tanto mais leve.
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COMO SERÁ O AMANHÃ: A arquitetura se rende à arboricultura para renovar o horizonte e dar uma chance de o planeta se reinventar.
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A L'Officiel Hommes Brasil #21 pode ser encontrada nos aplicativos do GoReadClaro BancaZinioPressreader e Revistaria S.

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