Kim Kardashian tem vídeos explícitos expostos por Kanye West
Funcionários da Adidas escrevem carta dizendo que Kim Kardashian teve fotos e vídeos explícitos expostos por Ye para “inspirá-los”
Kim Kardashian viu sua sex tape ser exposta por um ex-namorado há 20 anos atrás e agora, a história parece se repetir. Só que dessa vez, quem tem exposto fotos e vídeos explícitos da socialite é seu ex-marido, Kanye West.
Em carta intitulada "The Truth About Yeezy: A Call to Action for Adidas Leadership (A verdade sobre Yeezy: um apelo à ação para a liderança da Adidas, em tradução), obtida pela revista "Rolling Stone", funcionários da Adidas acusam o rapper de mostrar pornografia para eles durante o horário de trabalho, além de imagens de Kim com o pretexto de "inspirá-los". “Minha esposa acabou de me enviar isso”, teria dito o rapper em 2018, exibindo uma foto “muito reveladora e pessoal” da ex-esposa para uma pessoa que estava entrevistando. Já um ex-funcionário afirmou que Kanye lhe mostrou um vídeo íntimo de Kim na mesma época.
Funcionários também contam que o rapper causava "medo e manipulação para manter o domínio" e constantemente os humilhava, intimidava e provocava, principalmente às mulheres. "West começou a gritar que os Yeezys ainda não estavam de acordo com os seus padrões, então se aproximou de uma funcionária sênior, olhou para o pé e depois para ela e disse: 'Quer que você me faça um sapato que eu possa f*der'", contam na carta.
Recentemente, em suas redes sociais, Kanye falou abertamente sobre seu vício em sexo e pornografia e como isso teria destruído sua família com Kim. “Estou fazendo uma limpeza de 30 dias. Um jejum verbal. Sem álcool. Nada de filmes adultos. Sem relações sexuais", escreveu no Twitter. "Kanye tinha um padrão doente de comportamento predatório em relação às mulheres", escreveram os funcionários, que exigem que a Adidas fale sobre o "ambiente tóxico e caótico que ele criou", afirmando que a empresa estava ciente de tudo. "Não houve prestação de contas. Momentos difíceis aconteciam, com executivos na sala - de nível vice-presidente ou superior - e nada era feito. Você ainda tinha que aparecer para trabalhar no dia seguinte", alegaram.
Em outubro deste ano, a Adidas foi pressionada e rompeu o contrato bilionário e de sucesso com o rapper, após ele protagonizar inúmeras polêmicas com falas antissemitas. Contudo, sobre a carta em questão, até o momento, a empresa ainda não se posicionou.